Sindô Lê Lê, Sindô Lá Lá, não podemos viver sem cantar! Identidade, educação e expressão através da voz
Resumo
Há consenso sobre a importância da voz na vida pessoal e profissional das pessoas, especialmente do educador. Apesar disso, constata-se uma lacuna na formação básica e continuada de professores, assim como na assistência e orientação em seu ambiente de trabalho. Considerando o professor como um profissional da voz, este trabalho busca apontar pistas na direção de possíveis abordagens interdisciplinares e atividades de desenvolvimento da musicalidade e da educação da voz falada e cantada. Ao educador musical cabe apresentar um modelo de voz adequado ao seu discurso e promover práticas vocais no seu contexto de atuação com os estudantes, considerando não somente a expressão artística, mas também a qualidade vocal.
Downloads
Referências
BEHLAU, M.; AZEVEDO, R.; PONTES, P. Conceito de voz normal e classificação das disfonias. In: BEHLAU, Mara (Org.). Voz - O livro do especialista. v.1. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. p.53-84.
BEHLAU, M. e REHDER, I. Higiene Vocal para o Canto Coral. São Paulo: Revinter, 1997. p. 35-36.
BELLOCHIO, Cláudia Ribeiro. Minha voz, tua voz: falando e cantando na sala de aula. Música na Educação Básica, v.3, n.3. Porto Alegre: ABEM. p.56-67. 2011.
COSTA, P. Coro juvenil nas escolas: sonho ou possibilidade? Música na educação básica. Porto Alegre, v. 1, n. 1, outubro de 2009. ISSN 2175 3172
CROSS, I. Musicality and the human capacity for culture. In: Cognitive function, origin, and evolution of music emotions. Musicae Scientiae. July, 2012. Vol. 16. p. 185-199.
DISSANAYAKE, Ellen. The Birth of the Arts. Throughout our history, humans
have felt compelled to make art. Greater Good. The Science of Meanigful life. Articles. Winter 2009. Disponível em: < http://greatergood.berkeley.edu/article/item/the_birth_of_the_arts/>
FRANK, I.M. Vêm Amigos, Vêm Cantar – Coletânea de Canções para a escola e grupos em geral. Porto Alegre: AGE, 2009.
LEVITIN, D. Em busca da mente musical. In Ilari, B. (Ed.), Em busca da mente musical: ensaios sobre os processos cognitivos em música – da
percepção à produção. Curitiba: Editora UFPR, 2006. p. 23–44
MÁRSICO, L. A voz infantil e o desenvolvimento músico-vocal. São Leopoldo: EST, 1979.
MITHEN, Steven. The Singing Neanderthals. The Origins of Music, Language, Mind, and body. Cambridge: Harvard University Press, 2006.
MUNIZ, F. Rita, não grita. 2ª Ed. São Paulo: Melhoramentos, 2005.
PERETZ, I. et al. Congenital amusia: a disorder of fine-grained pitch discrimination. Neuron 33, p.185–91. 2002.
PIAGET, Jean. Fazer e Compreender. São Paulo: Melhoramentos, 1978.
SCHMELING, A; TEIXEIRA, L. Explorando possibilidades vocais: da fala ao canto. Música na Educação Básica, v.2, n.2. Porto Alegre: ABEM, 2010.
SOBREIRA, Silvia. Desafinação Vocal. 2ª. Ed. São Paulo: Musimed, 2003.
VYGOTSKY, L.S. The Psychology of Art (Scripta Technica, Inc., Trans.). Cambridge, MA: MIT Press. (Publicação original de 1925). Disponível em: <http://www.marxists.org/archive/vygotsky/works/1925/index.htm> Acesso em: 20.Jan.2016
WELCH, G. F. Investigar o desenvolvimento da voz e do canto ao longo da vida. Revista Música, Psicologia e Educação, n. 5, p.5-20. 2003. Disponível em: <https://cipem.wordpress.com/revista/revista-2003-nº-5/>
